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22.05.2020 | Por: Psicologia Empreendedora

Promotor de relações sustentáveis: o futuro do psicólogo

Ao longo desses 6 anos trabalhando com treinamentos, mentorias e consultorias para psicólogos sobre empreendedorismo e marketing,  eu aprendi muito sobre as  maiores dificuldades que nossa categoria possui, ao aprender sobre ser dono, empreender e gerenciar uma iniciativa.

As maiores dificuldades, ao contrário do que eu imaginava, não eram sobre aspectos técnicos: “não sei mexer em tal aplicativo”; “não sei escrever de uma maneira criativa” ou “não sei precificar” , MAS SIM : “tenho vergonha de me expor”; ” não sei nem o que falar para as pessoas”; se alguém me chamar no direct do instagram, ou no whatsapp, eu tenho medo”. ….

Entendi então que existem barreiras psicológicas, angústias específicas relativas ao empreender, o medo do OUTRO, se mostrou muito MAIOR que qualquer NÃO SABER técnico…

De um tempo para cá, eu venho estudando sobre futuro, sobre economias alternativas, sobre como podemos aprender a superar crises e principalmente, qual o papel do psicólogo nesses cenários possíveis.
E em todas as respostas que encontrei, o psicólogo é apontado como uma espécie de “líder humanitário” – é uma profissão que vai garantir que nós enquanto espécie não, nos esqueçamos de quem somos. Não esqueçamos que somos seres sociais, não esqueçamos que a comunidade é essencial para o desenvolvimento das pessoas, não esqueçamos que somos bichos como os outros e que por termos consciência de nossos pensamentos e ações, somos responsáveis pelos outros bichos… Enfim, nós desequilibramos a natureza com nossas ações e ignorâncias no passado e cabe a nós, tentar reverter tudo isso.

Mas, COMO?

Essa é a experiência que proponho a vocês: precisamos aprender a construir uma CULTURA DE AJUDA MÚTUA.

E eu só consigo construir ou ensinar algo que eu aprendi como funciona.

Existe um livro, chamado “Construindo a relação de ajuda” – dos autores Clara Feldman e Márcio Lúcio de Miranda. Originalmente escrito em 1983, porém, mais atual do que nunca. E esse livro me inspirou a questionar aos meus alunos sobre a habilidades que possuem de criar “de propósito” confiabilidade nas pessoas. E para minha surpresa, a maioria não sabia como OPERACIONALIZAR ISSO.

Bom, se não conseguimos compreender os princípios básicos do processo relacional de ajuda, não conseguimos realizar e nem ensinar as pessoas a construírem relacionamentos regeneradores.  Relacionamentos que promovem segurança, que garantem bem estar, e consequentemente saúde emocional, desde a infância, passando pela adolescência, pela idade adulta e por fim na velhice. Em todos esses momentos, existem “papéis” de liderança. Na infância temos pais e professores; na adolescência temos pais, professores, líderes religiosos, lideres politicos ou sociais; na idade adulta temos chefes, sócios, líderes religiosos, líderes políticos, professores, etc; e na velhice temos cuidadores, familiares, líderes religiosos, etc.

Portanto, para que o mundo passe a pensar e agir de uma maneira mais sustentável,  mais cíclica ao invés de linear, mais interdependente ao invés de individual, mais simples ao invés de complicada, precisamos superar antigos modelos de comportamento. E toda mudança social exige liderança, exige posicionamento e principalmente, paciência e cuidado com os que estão atravessando esses desafios.

 

Como eu sempre penso lá na frente, acredito que a clínica não vai DAR CONTA  de garantir esse aprendizado a todos que precisarão dele.

Por isso, gostaria de propor um estudo sobre COMO GARANTIR RELAÇÕES SUSTENTÁVEIS – para que no futuro tenhamos esperança de um mundo mais saudável.

Se esse assunto te interessa, me chama no whatsapp: 062999180560 que te conto a ideia que eu tive para treinar essas habilidades em vocês.

Psicologia Empreendedora

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